Alexandra Lencastre

 

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Alexandra Lencastre abandonou o Curso de Filosofia para ingressar na Escola Superior de Teatro e Cinema do Conservatório Nacional, cujo curso de Formação de Actores conclui em 1986. Nessa altura, ganha projecção ao trabalhar com Jorge Listopad na peça Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett (Actriz Revelação, pela APCT).

O “grande salto” aconteceu em 1990 quando Alexandra Lencastre fez de Guiomar na Rua Sésamo e encantou miúdos e graúdos. Em seguida, tornou-se uma das actrizes portuguesas mais populares ao representar, na televisão, em novelas e séries como A Banqueira do Povo (1993), Cabaret (1994), Não és homem, não és nada! (1999), Querido Professor (2000), Fúria de Viver (2002), Ana e os Sete (2003) (Globo de Ouro de Melhor Actriz de TV – 2003), ou mais recentemente, Tempo de Viver (2006) e Ninguém como Tu (2005), onde a sua presença valeu grandes níveis de audiências.

Também para a televisão, apresentou o inesquecível e polémico Na Cama Com… (1993).

O seu trabalho no cinema destaca-se em filmes como O Delfim (2002) (Globo de Ouro de Melhor Actriz de Cinema) e Lá Fora (2004), ambos de Fernando Lopes ou A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos EUA (2003), de João Botelho. Em 2007 o The Biography Channel dedicou a Alexandra Lencastre um documentário biográfico, exibido em Abril.

 

Solange F

Solange F

Solange F é, actualmente, o alvo de todas as atenções. Na base da situação está o facto de a apresentadora da SIC Radical se ter assumido como lésbica na revista do “Expresso”. Solange F é a segunda personalidade pública (depois da cantora Dina) a assumir a sua condição de lésbica. No trabalho do “Expresso”, a apresentadora do Curto Circuito dá também conta do seu desejo de ser mãe. Se, até aqui, tudo é normal, já o método escolhido por Solange F é bastante bizarro. A apresentadora afirmou que um amigo, que abdicou da paternidade, vai a sua casa, deposita o esperma numa seringa e depois Solange F deposita o seu conteúdo ficando cerca de 15 minutos de pernas para o ar. Garanto que era isto que vinha na revista, não é nenhuma brincadeira do 1 de Abril.